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Cortes e Recortes

  • RUMO À UNIVERSIDADE

    Publicado por Carlos Chaparro em 18 de outubro de 2016

    ALÔ, VESTIBULANDO 2016!

    Entre na briga
    pela vaga com a
    ANSIEDADE
    CONTROLADA!

    • Texto de CARLOS CHAPARRO

    !Ei! Você aí, que depois do ENEM se prepara para novos vestibulares, preste atenção

    !Tenho um recado que lhe interessa

    :E o recado é este

    Se você está ansioso, se você está ansiosa, não se assuste. Nem desista. A ansiedade, minha amiga, meu amigo, faz parte das emoções de qualquer competição. Em excesso, pode ser inimigo arrasador. Mas é possível controlar a ansiedade e trazê-la para níveis que a tornem energia aliada

    .Vamos entender como isso poderá acontecer

    Os especialistas definem a ansiedade como atitude emocional dirigida para o futuro, em função de eventos que podem alterar rumos e realidades na vida das pessoas. Por exemplo, exames vestibulares nos quais se luta pela possibilidade de dar início a uma carreira universitária.

    Quem que já viveu as emoções do ENEM, e de novo está envolvido em batalhas pelo ingresso no ensino superior, sente e sabe que a ansiedade se manifesta em mesclas desagradáveis de medo e esperança.

    E não adianta fugir. Quem integra esse grupo lutador não tem como escapar da ansiedade. Nem isso seria desejável, pois a ausência de ansiedade expressaria a ausência de interesse. E sem interesse, nenhuma energia inteligente nos moverá.

    Do filósofo Immanuel Kant aprendemos queo interesse é a causa determinante da vontade”. Logo, está no interesse o segmento inteligente que poderá deslocar a ansiedade para o campo da racionalidade, transformando-a em estímulo de luta

    ,Para conseguir isso
    que tal encarar os Vestibulares
    ?como se fosse um jogo


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    Mas há sinais de que…

    …O PAÍS PODE TER JEITO!

    No episódio comentado no vídeo acima, a jornalista Daniela Laso, da CBN, foi arbitrariamente abordada, detida e levada por policiais militares a uma de delegacia. Na manhã daquela sexta-feira, 5 de agosto, com o uso do seu telefone celular, ela fazia a cobertura jornalística de uma operação policial de combate ao tráfico de drogas, no centro da cidade de São Paulo. 

    Além de ilegalmente privada do seu direito constitucional ao livre exercício da profissão, Daniela foi vítima de outro abuso anticonstitucional – o da ação censora dos policiais, que apagaram do seu celular todos os registros de voz e imagem, com os quais fazia o relato jornalístico do acontecimento.

    Daí, duas perguntas:


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