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SEM MEIAS PALAVRAS

Machado de fino gume

Traidor da quadrilha à qual conectou o propinoduto da Transpetro, Sérgio Machado envolveu parceiros da roubalheira em bate-papos secretos. Com hipocrisia de batedor de carteira, gravou as conversas. Entregou o “tesouro” ao pessoal do Dr. Janot. E deve estar rindo à toa com a tempestade da divulgação –  graças à qual ameaça higienizar o ministério do dr. Temer.  Ladrão poderoso, esse Machado. E perigoso, de fino gume…

 

Linha direta com o Planalto.

Cortes & Recortes

  • As tecnologias de difusão estimularam a “Revolução das Fontes”

    O jornalismo brasileiro, em especial o dos meios impressos,  atravessa uma fase de transição crítica, sem saber lidar com a perda de poder sobre a Notícia, que se evadiu das redações para correr solta nas redes da instantaneidade universal.

    As tecnologias de difusão não acabaram com a Notícia. Ao contrário: agregaram-lhe poder, porque a transformaram na mais eficaz arma de intervenção na realidade. Fizerem isso, eliminando o intervalo entre o acontecimento e a Notícia. Assim, quem produz os fatos noticiáveis apoderou-se da Notícia, fazendo dela o âmago do acontecimento.

    A verdade é que as fontes fizeram uma revolução no jornalismo. E o mundo se tornou falante, como o uso intensivo do jornalismo, transformado em linguagem e espaço público dos conflitos, à disposição dos sujeitos sociais organizados. Essa é a crise. E a crise é boa, porque é muito melhor um mundo onde todos possam falar do que um mundo onde só os jornalistas falem. Precisamos rever, portanto, não apenas os conceitos de jornalismo e os estudos sobre os seus modos de produção, mas também as novas complexidades e os novos formatos que a profissão adquiriu.


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